Hábeas Corpus Christi.

Esta data foi criada desde 1.247, em Liège, na Bélgica. 
O intuito era celebrar a presença não simbólica mas real de Cristo. 
Era uma oposição contra a heresia de Berengário de Tours. 

Nos dias de hoje, será que celebrar a data há tanto tempo está fazendo efeito? 
As instituições religiosas estão se submetendo como escravos de Cristo realmente ou de forma simbólica?
A comunhão com Cristo é real ou simbólica? 
Vamos dar uma passada rápida na história? 

A expressão latina corpus Christi é semelhante ao termo hábeas corpus. 
"Tenha o corpo" históricamente está ligado a constituição brasileira de 1832 e a carta magna de 1.215, quando na Inglaterra, o rei João sem terra assinou por pressão dos nobres daquele país. 
O Google acha que este foi o documento pioneiro em pedir direito para o cidadão contra uma prisão harbitraria de um rei sem o julgamento de juízes. 
Sendo que a mesma nobreza, a que teve esse suposto ato de bondade, era quem financiavam invasões de terras praticadas pelo mesmo rei. 
Será que a história foi contada certa? 
João sem terra ou a nobreza inglesa eram cristãos reais ou simbólicos? 

Deixando de lado 1.200, vamos para 1.933, quando no início do império nazista, o Papa da época assinou a Reichskonkordat (um tratado entre o Papa e o terceiro Reich). 
O Google diz que a intenção do Papa não era somente a permanência das igrejas/franquias católicas na Alemanha, mas salvar judeus. 
Será? 
Como ter certeza, quando o documento original está sob o poder do próprio Vaticano para exposição? 
Parcialidade e monetização já existiam naquela época? 
Só o Papa da época repudiou o terceiro Reich, porque criaram o Primeiro Reich em 962? 
O Sacro império religioso Romano-Germãnico, foi criado para tentar recuperar a área de influência do antigo império Romano. 
E o Papa, era cristão real ou simbólico? 

Por fim chegamos no dia de hoje? 
Somos cristãos reais ou simbólicos? 
Vamos ao comparativo:

E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
⁸ Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a nossa tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.
2 Coríntios 1:7,8 

Essa foi a carta do apóstolo Paulo aos cristãos de Corinto, magalopole importante Romana. 
Uma das mais ricas e movimentadas cidades da época com cristãos sofrendo por serem cristãos. 
Contraste de hoje, Rio, uma das mais pobres cidades per capita, cheia de instituições religiosas oferecendo e ensinando para pessoas a heresia da teologia da prosperidade. 

Um monte de conferência gospel feita por supostos eruditos, sempre com o mesmo tema; vitória financeira, sentimental casamenteira, ou ensinando a empreender. 
Zero assunto para temas como o que o apóstolo Paulo disse: 
"Não ignorem a tribulação!"
"Koynonia ou amizade íntima com o sofrimento!". 

É isso mesmo, a carta de Paulo aqui explode a confissão positiva pregada hoje. 

Sempre dizem que somos o corpo de Cristo mas pouco parecemos com Ele na carta de Paulo. 
Hoje somks desafiados a ser cristãos reais e não simbólicos. 
Desafiados a termos comunhão com os sofrimentos de Cristo, ao invés de termos comunhão com política através da bancada evangélica, porque se no passado o império perseguia os cristãos, porque hoje alguns lideres religiosos perseguem o império para ter uma mamata? 
Somos comuns (Koynonia) a que? 
A isenção fiscal, falta de clareza financeira comum a ongs e partidos políticos ou aos sofrimentos de Cristo? 

Falou simbólico. 
Lançado o uno Sola em 2026. 

Marcos servo de Cristo.

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