Argumento ontológico 2026.
Foi proposto por Anselmo de Aosta (Cantuária) como um jeito de demonstrar a existência de Deus, sem depender do argumento cosmológico. Argumentar sobre quem Deus é, com simplesmente o que ele é.
Relemos isto nestes dias e chegamos à conclusão que a tão famosa suposta refutação contra este argumento é a falácia de Immanuel Kant (A ilha perfeita).
Kant não entendeu bulhufas da frase proposta por Anselmo:
“O ser maior do que o qual nada pode ser pen-
sado” , que é "Deus existe verdadeira-
mente, que ele é o Sumo Bem, sem nada de outra coisa precisar, do
qual todas as coisas têm necessidade para existir, e bem existir".
A Crítica de Kant: (Ilha perfeita) utilizou esse tipo de raciocínio para sustentar que a existência não é um predicado real ou uma característica que se adiciona a um conceito. Dizer que uma ilha é "perfeita" inclui características como praias, palmeiras e clima, mas a existência não é uma qualidade que a torna mais perfeita no entendimento; ela apenas diz se o conceito é exemplificado na realidade.
Resumindo; a afirmação de Kant é a mesma dos ateus da atualidade, dizem que o ser maior, Deus, são conceitos criados que estão na mente humana e não podem ser usados para provar uma existência.
Essa técnica que eles usam é chamada "bater em espantalho", quando alguém distorce o argumento da existência de Deus para ficar mais fácil de atacar.
A base para o livro "Poslogion", de Anselmo, foi o texto de Romanos:
²⁰ Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
Romanos 1:20
A expressão grega Aoratos (invisível) será essencial para contextualizar esse impasse filosófico.
Proposta número 1 (Argumento lógico):
Pense no Ser invisível e maior que tudo o que pode ser pensado. Isso é um conceito com possibilidade de estar na realidade (existir).
Por isso devemos amar Kant e os ateus de hoje, quando dizem que Deus foi criado pela mente humana quando eles observam essa realidade visível e não encontram Deus.
Se o ateu ou Kant observassem visivelmente o Ser superior, tal seria visível e anularia a existência do que foi citado em Romanos.
Anselmo quis dizer que é possível Deus existir por causa da impossibilidade dele não existir.
A impossibilidade de Deus não existir é um reforçador da crença na sua existência e da possibilidade da sua existência.
Proposta número 2 (Argumento da probabilidade):
A própria ciência moderna reconhece que os fósseis conhecidos representam apenas 0,1 porcento dos organismos vivos que já existiram. A astronomia deduz que apenas 4% do universo é observável; ou seja, coisas invisíveis são possíveis de existir.
O ser humano não tem um histórico de "inventar coisas".
Os próprios sites de ciência responderam de forma estranha a seguinte pergunta:
"Quem ensinou (ou inventou) os seres humanos a beber água?".
A resposta dos sites é que ninguém nos ensinou porque foi um hábito observado nos ancestrais.
Mas ninguém perguntou quem foi o primeiro ancestral.
Afinal, esse carinha deve ter sido o top dos tops.
Deve ter sido um "deus" de Kant.
Kant também careceu de um ser necessário.
Tanto ele como todos seres criados, os quais dizem ter o surtudo instinto animal.
Marcos servo de Cristo.
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