O espinho e a tribuna.
O espinho e a tribuna.
Num ninho de doutores há sete doutorzinhos. Quando a eloquência abunda, resta a consequência. Quem pôr à prova o ninho de mafagafos, enganado não será.
Vemos muito doutor catedrático mas pouco espinho.
Vemos muito diploma, seminário, título, curso, microfone, seguidores, plateia, mas pouco aviltado.
Muitos se dizem sábios como o apóstolo Paulo, cheios de inteligência e revelação.
Poucos têm espinhos, não digo uma enxaqueca ou críticos de um salário exorbitante; isso não são espinhos como o de Paulo.
O do apóstolo o impedia de se exaltar.
Literalmente algo ultrajante, para humilhar (contrário a exaltar).
E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar.
Acerca do qual três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim.
E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
2 Co 12. 7-9.
Marcos servo de Cristo.
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